Milk Shake de Cerveja, essa é a novidade!!!

milkEm um copo, coloque as três bolas de sorvete de creme, adicione 120 ml de cerveja preta e decore com caramelo e chantili. Assim é feio o milk shake de cerveja, novidade servida no restaurante e hamburgueria 162 Station, na Rua Augusta (centro de São Paulo).

Feita com a stout nacional Caracu, a bebida sai por R$ 12 num copo de 300 ml. De sabor encorpado, a sugestão de harmonização fica com o lanche brie, feito no pão de hambúrguer tradicional, com carne bovina, cogumelos paris, queijo brie e maionese verde (R$ 23,50).

A casa abriga um restaurante durante o dia, bar para happy hour e hamburgueria. Além das receitas oferecidas no menu, também é possível montar seu próprio sanduíche.

FICA A DICA!!!

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Garçom: a peça chave para o seu restaurante

GAROM11Servir bem é apenas uma das funções de um garçom. Ele é a peça fundamental na rentabilidade de um restaurante e, para ser eficiente, deve agregar talento pessoal com um treinamento adequado.

Além de recepcionar o cliente e anotar os pedidos, um garçom tem outras atribuições importantes que contribuem para o bom andamento de um restaurante. Ele precisa conhecer todos os pratos, as bebidas e as guarnições do cardápio, além de ter noção de culinária, para poder vender seu produto ao cliente.

Este é um processo de venda em que a pessoa não vê o produto antes de comprar. Por isso, como todo bom vendedor, o garçom deve ser comunicativo e, nesse caso, ter noções de etiqueta (como arrumar a mesa, a posição de pratos, copos e talheres, o momento certo de servir as bebidas), sabendo que será necessário ceder muitos sábados, domingos e feriados de sua agenda.

Cuidar da própria imagem é outro item que conta pontos com o cliente, além de um uniforme adequado. O antigo padrão camisa branca e gravata borboleta não é mais obrigatório, principalmente, se for um ambiente mais descontraído, podendo ser um avental por cima da roupa ou uma camisa diferente.

Em cada restaurante, um sistema de trabalho.

Normalmente, divide-se o restaurante em praças. Cada praça corresponde a um número variável de mesas que fica sob os cuidados de um determinado garçom. Ele se encarregará de recepcionar o cliente, apresentar o cardápio, servir a mesa e funcionar como ponte entre cliente e copa/cozinha.

Dependendo do restaurante, existe uma hierarquia profissional, que começa pelos commins (ajudantes de garçom), passando pelo garçom, chefe de fila (uma espécie de supervisor) e o maître (responsável por todo o serviço e pelos materiais do local, pela comunicação com a cozinha, pela escala de trabalho dos garçons, pela ajuda na elaboração de cardápios, entre outras funções).

Estratégias para escolher bem.

Contratar um garçom exige conhecimento da função e certa dose de intuição para selecionar a pessoa certa. Um profissional despreparado ou desmotivado interfere diretamente nas vendas. A idade também pode ser decisiva. No caso da pizzaria, jovens terão vantagem, por ser um ambiente mais informal.

Para isso, é preciso dispor de uma seleção eficiente. Existem duas opções: terceirizar o processo, deixando-o a cargo de uma empresa de recursos humanos, ou centralizá-lo e fazer a seleção internamente, com a participação do proprietário. Se optar por essa alternativa, o primeiro passo é encontrar os profissionais adequados. Há várias opções, como os bancos de currículos das escolas técnicas. Esse cadastro permite que as empresas encontrem a pessoa mais indicada para seu restaurante ou bar. O segundo passo envolve a análise do candidato e suas habilidades:

1) Análise de currículos: essa etapa faz parte da triagem inicial. É preciso escolher conforme a necessidade do restaurante;
2) Teste de personalidade: pode ser inseridos em tarefas do dia a dia, como servir um cliente, para observar a reação do garçom sob diversos estímulos;
3) Entrevista: é importante para que a pessoa possa sentir a capacidade de expressão e simpatia (quesito fundamental para o cargo de garçom);
4) Teste de português: falar corretamente é essencial. Erros não são perdoados e causam uma péssima impressão. O ideal é fazer um texto escrito (gramática e interpretação de texto);
5) Veja o nível de conhecimento de culinária do candidato: por menor que seja, sempre é um bom sinal;
6) Conhecimento de outros idiomas: o inglês é cada vez mais requisitado, especialmente no caso de hotéis e restaurantes sofisticados.

Depois de contratado, é preciso paciência.

Uma vez selecionado, o garçom vai precisar de um período de adaptação, que depende do estabelecimento. Normalmente, os recém-contratados irão dividir uma praça com um colega mais antigo até se entrosar bem com o serviço, com os outros funcionários e com a clientela. Durante esse período, é comum o novato ficar tenso ou inseguro. No começo, a grande dificuldade é conciliar os pedidos e dar atenção ao cliente sem perder o foco.

Onde encontrar profissionais

Existem diversas opções para o empresário que procura um profissional da área. As agências de recolocação costumam ser boas pontes entre empresa e candidatos, além das cooperativas e das escolas técnicas.

Fonte: Revista Cozinha Profissional

Expansão econômica do Nordeste favorece o crescimento de food-services

Turismo da região impulsiona setor de alimentação fora do lar

Com praias deslumbrantes, paisagem singular e povo acolhedor, o Nordeste representa o principal polo de turismo do Brasil há décadas. Segundo a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (BRAZTOA), a região recebe 68% das viagens domésticas do país, superando o Sul e Sudeste, e ficando atrás apenas do Caribe como principal destino dos brasileiros.

Dados do Banco Central mostram que a força dos nordestinos vai muito além do turismo: a região cresceu acima de 4% nas atividades econômicas nos cinco primeiros meses do ano, superando em muito a média nacional, de 0,6%. Os avanços podem ser notados no aumento da participação local no Produto Interno Bruto(PIB) nacional, na melhora da distribuição de renda e ampliação de investimentos, entre outras áreas.

Diante desses números, não é difícil entender a crescente quantidade de empresários que buscam oportunidades de negócios no Nordeste. Impulsionado pelo aumento do consumo em restaurantes, o setor se moderniza com a crescente procura por tecnologias e soluções práticas na produção de alimentos. Um mercado tão dinâmico requer desde grandes equipamentos, como fogões e refrigeradores, até simples cafeteiras e chapas elétricas.

Diferentemente do que possa se pensar, não são apenas cozinhas grandiosas, como as de fábricas, fast-foods, resorts e hotéis, que estão aprimorando sua estrutura, mas também os pequenos empreendimentos. Com economia e turismo em alta no Nordeste, o food-service acompanha esse desenvolvimento buscando não apenas agradar o cliente, mas, principalmente, facilitar o trabalho de quem ‘bota a mão na massa’ nas cozinhas.

Fonte: Abrasel

Seara apresenta o primeiro Social Food Truck (Trailer de Comida) do mundo

food

A marca da JBS Foods traz para o mercado brasileiro o primeiro Food Truck de uma empresa de alimentos com conexão direta nas redes sociais.

As pessoas poderão degustar uma das três opções de pratos do cardápio que foi especialmente preparado para a ação. O projeto Social Food Truck Seara faz parte da inovação e investimento de marketing na construção de marca e qualidade dos produtos Seara através da experimentação e interação nas redes sociais. O movimento inicia em São Paulo e a expectativa é que chegue em outras praças nos próximos anos.

“A Seara identificou o grande momento que o Food Truck está passando no Brasil. Muito mais do que trazer um carro gastronômico, nosso objetivo é surpreender as pessoas com uma experiência diferenciada e realmente se conectar com a marca. Pensando nisso, criamos o primeiro Social Food Truck do mundo, em que a pessoa troca a refeição através de uma moeda social, ou seja, com um compartilhamento ou uma postagem nas redes sociais. Também é possível incluir um depoimento sobre a percepção do prato que degustou e a experiência que vivenciou”, explica Eduardo Bernstein, diretor de marketing da JBS Foods.

FOOD TRUCK SOCIAL cardápio

Um dos pilares da marca é qualidade e com o Social Food Truck Seara será possível impactar mais pessoas por meio da experimentação de pratos exclusivos desenvolvidos com os produtos da Seara. O intuito é impactar o consumidor e também atingir a rede social dele – que os amigos vejam o compartilhamento e que essa publicação estimule a curiosidade e a vontade em degustar o cardápio do Social Food Truck Seara e, consequentemente, os produtos da marca.

Para Pipo Calazans, vice-presidente de Criação da Sunset Comunicação, agência que desenvolveu com a Seara o Social Food Truck, o grande insight do projeto é a capacidade de levarmos a experiência da degustação real para as plataformas sociais potencializando o alcance da degustação.

“Queremos fazer parte do movimento Food Truck, e conseguimos isso ao lançar o primeiro Social Food Truck do mundo. Estamos muito satisfeitos e orgulhosos de conseguirmos inovar e trazer a conexão online para o Food Truck. A logística é bem simples, por meio de um Ipad a promotora oferece o cardápio para as pessoas que estão na fila e pede para que elas se conectem com o Facebook. A pessoa tem a opção de autorizar a postagem com uma foto do prato escolhido ou com uma foto da ação do Food Truck no local que está estacionado. O processo é muito rápido e simples, a nossa intenção é atingir o maior número de pessoas possível até o final do ano”, afirma o executivo.

Experimentar Seara e dividir a experimentação com os amigos nas plataformas sociais é o objetivo do Social Food Truck Seara. Estamos criando uma plataforma pioneira e inovadora de comunicação que agrega a interação social através da experimentação dos produtos. O resultado é a interação de mais pessoas com essa experiência gastronômica da marca”, finaliza Eduardo Bernstein, diretor de marketing da JBS Foods.

A contagem de interações – curtidas e compartilhamentos – nas redes sociais será realizada por meio da plataforma “likometro”, o contador ficará em cima do carro disponível para visualização por todo o trajeto e paradas.

A agenda dos lugares onde o Social Food Truck Seara vai estar estacionado estará disponível a partir do dia 26/09 em http://www.searafoodtruck.com.br e também será compartilhada no Facebook da Seara: https://www.facebook.com/SearaBrasil. A cada mês um novo cardápio será criado para novas degustações.

Seara marca tradicional, presente há mais de 50 anos no mercado e na mesa dos brasileiros, a Seara, adquirida pela JBS Foods, é a marca de produtos alimentícios do Brasil com total compromisso com a alta qualidade, e oferece um amplo portfólio nos segmentos de carnes de aves e suínos in natura, alimentos preparados e industrializados. A Seara conta com infraestrutura moderna e mão de obra altamente especializada, o que garante excelência no padrão de qualidade.

Como Montar uma Empresa de Churros – SEBRAE

O churros é um alimento muito consumido na América e Europa. Sua origem remonta a tempos distantes, já que foram os povos árabes que introduziram a receita na península ibérica no século 19. A partir daí, o alimento começou a ser produzido na Catalunha, e logo passou a fazer parte do hábito alimentar dos moradores.

Em razão do ímpeto conquistador da Espanha medieval, a iguaria foi introduzida em diversos países, adaptando-se ao paladar local. Atualmente, os churros são muito populares na América Latina, da Argentina ao México. Nestes países, ele é consumido sem recheio, em cafés e lanchonetes, a exemplo do que ocorre na região de Madri, onde ele é cortado em pedaços e mergulhado no café com leite ou em chocolate quente.

No Brasil, popularizou-se a versão frita, em formato de tubo, recheio de doce de leite ou chocolate, coberto por uma fina camada de açúcar, com ou sem canela. A produção e a comercialização expandiram-se a partir de vendedores ambulantes em carrocinhas semelhantes às de pipoca e de cachorro-quente. O produto é oferecido em praças, esquinas, praias, pontos turísticos e eventos a céu aberto. Já existem variações de recheio tipicamente nacionais: requeijão, cheddar, frango, (chocolate, leite condensado, doce de leite, caramelo, goiaba, morango, nutela, baunilha e mel. Quanto aos tipos, os churros podem ser salgados, doces, pequenos, grandes, recheados, comuns, de roda, lights, diets, gelados (com cobertura de sorvete).

Recentemente, este produto passou a ser disponibilizado em hipermercados, centros comerciais e shopping centers, através de quiosques e lojas de churros, ou churrerias. Franquias internacionais também já identificaram o potencial deste mercado, inaugurando unidades e expandindo sua marca.

Surge aí mais uma ideia de negócio, ancorada em um produto simples, popular e acessível que agrada crianças, jovens, adultos e idosos. A criatividade brasileira pode ser aplicada no lançamento de novos recheios, coberturas, formatos, embalagens e formas de atendimento. Ou o foco pode ser direcionado para a tradição, com a oferta de churros espanhóis em formato de roda e sem recheio. Qualquer que seja a estratégia, o negócio de churros apresenta-se como mais uma oportunidade empresarial no lucrativo ramo de alimentação.

Pesquisa mostra recorde de vendas online no Natal

Pesquisa mostra recorde de vendas online no Natal

As vendas do comércio eletrônico atingiram um recorde de R$ 4,3 bilhões entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro – período considerado de compras natalinas -, alta de 41% ante os R$ 3,05 bilhões do Natal de 2012, segundo dados da E-bit, empresa especializada em informações do varejo online. A movimentação superou a estimativa inicial de alta de 25% entre os períodos.

Segundo a E-bit, as vendas no período tiveram a contribuição da Black Friday, no dia 29 de novembro, quando o comércio eletrônico movimentou R$ 770 milhões, recorde de faturamento em um único dia de vendas. Segundo Pedro Guasti, diretor-geral da E-bit, os consumidores aproveitaram os descontos na Black Friday para antecipar a compra dos presentes.

Neste Natal, 10 milhões de pessoas compraram online e gastaram, em média, R$ 300 em cada pedido. A categoria mais vendida foi moda e acessórios, seguida por eletrodomésticos, telefonia e celulares, livros e informática.

Comércio eletrônico deve crescer 25% no ano de 2013, com receita de R$ 28 bi

Comércio eletrônico deve crescer 25% no ano, com receita de R$ 28 bi

Por Beth Koike | Valor
SÃO PAULO  –  O setor de comércio eletrônico deve encerrar o ano com vendas de R$ 28 bilhões, o que representa um crescimento de 25% em relação a 2012. Os dados são da Alshop e da E-Bit, empresa especializada em comércio eletrônico.
As categorias mais vendidas durante o ano foram: moda e acessórios (13,7%), eletrodomésticos (12,3%), cosméticos e perfumarias (12,2%), informática (9%), livros, revistas e assinaturas (8,9%). “Um  destaque foi o segmento de vestuário. Muitas pessoas achavam que seria difícil vender roupa pela internet, mas o que estamos verificando é que há demanda”, disse Nabil Sahyuon, presidente da Alshop.
No Natal, o segmento de comércio eletrônico também cresceu 25%.